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23 de set. de 2011

Mamãe em forma? Só se for agora!

Olá! Bom dia!!!

Hoje termino a semana esportiva de bebês e mamães, falando de nós, mamães. Como podemos conciliar os exercícios físicos e o bebê. Dá pra fazer exercícios juntos, sabia?

Aproveitem a leitura!

Só quem é mãe entende como é difícil pensar em si mesma depois do nascimento do bebê. Apesar de serem as coisinhas mais fofas desse mundo, eles exigem todo o nosso tempo e atenção e, mesmo quando não dão trabalho nenhum, você quer ficar por perto curujando. O problema é que, se não nos cuidarmos também, nossa auto-estima vai embora em segundos - e com ela o casamento, o trabalho...O jeito é se exercitar sem desgrudar do seu filhote. E dá?? Dá sim!!

Como o recém-nascido exige atenção 24 horas por dia, não dá pra fugir para a academia ou para o parque sozinha. Depois de estar devidamente liberada pelo médico para praticar exercícios físicos, você pode montar sua rotina de exercícios com o bebê. O período ideal para a prática de exercícios pós parto é de 60 dias, no caso de um parto normal, e de 90 dias, se foi cesárea.


Em nenhum outro momento da vida o corpo sofre transformações tão rápidas quanto no período chamado puerpério, ou pós parto. Há alteração do centro de gravidade e, consequentemente, da postura e do centro de equilíbrio do corpo. Por isso, praticar exercícios para esse momento tão delicado é essencial para reequilibrar o corpo e a mente.

O que posso fazer para unir o útil e necessário ao agradável?

Exercícios localizados

A aula é feita pela mamãe com o bebê, ao som de músicas infantis. Exercícios de agachamento, flexões e abdominais são feitos usando o bebê como sobrecarga. Além do benefício para nós mamães, o bebê também acaba se beneficiando, pois os movimentos como giro e balanço, estimulam a lateralidade e o desenvolvimento do ouvido interno, além do fortalecimento da musculatura da região dorsal e do pescoço.


 Caminhada

Você pode fazer a caminhada com o carrinho do bebê, fora do horário de sol (antes das 10h e depois das 17h) e em ritmo constante, parando sempre que precisar atender ao pequeno. Não se preocupe: esses intervalos não vão prejudicar o resultado, contanto que o tempo total de caminhada seja o planejado (45 min é um bom tempo). (Eu tô querendo fazer caminhada a noite com a Clarinha. O tempo só precisa ficar mais quentinho, pra caminhada ser mais agradável).

Pilates Pós Parto

Os exercícios são direcionados para o pós parto e são realizados de forma lenta e gradual.  A prática  de exercitar-se é também uma forma natural de melhorar o humor, ajudando a melhorar o bem-estar físico e psicológico. As aulas possuem duração de 1 hora e são realizadas com uso de bola e Sling para sustentação do bebês. É recomendável que a criança esteja forte o suficiente para sustentar a própria cabeça. As aulas podem ser individuais, em duplas ou em grupo (máximo 4 alunas). Aulas mães e bebês, crianças até 12 meses. Após esse período aulas apenas para mães.

Os benefícios são:

- Melhora da Postura;
- Recuperação dos músculos do assoalho pélvico e abdominais;
- Aumento da flexibilidade, tônus e força muscular;
- Retorno mais rápido a forma física;
- Interação com o bebê;
- Bem-estar e relaxamento.

Baby Yoga

 
É a yoga para a mãe e para o bebê. Para a mãe dá flexibilidade, força e resistência, além de previnir a depressão pós-parto e aumentar o vínculo com o bebê. Para o bebê, estimula a flexibilidade natural, acalma, proporciona um sono mais fácil e profundo e previne cólicas.

Quando fazer: Começa a partir de 1 mês de vida do bebê, e conforme seu crescimento, ele vai participando mais.

Fontes: Espaço Materna, Gazeta do Povo, Cristiana Arcangeli, Crescer, Maternidade Ativa


 Agora é só avaliar a melhor atividade física que tem tudo a ver com você e seu bebê e botar em prática!

 Termino o post com a Clarinha "fazendo alongamento"! Ela já tá no clima!!!




 Até a próxima!!


30 de ago. de 2011

Que susto! Aja coração!!!

Tudo estava caminhando na mais perfeita ordem. Peguei a Clara na casa da Alê hoje e vim pra casa com ela. Chegando em casa, me deparei com aquele odor no bumbum e vi que ela tinha feito cocô. Tirei a calça dela, acomodei ela no sofá e falei: " Clarinha, a mamãe vai pegar a fraldinha, não se mexe!". Ai que ilusão, corri pra pegar a fralda no quarto e quando volto, vejo ela caindo do sofá... Que dó da minha bichinha. Chorou mais pelo susto, pois acabou caindo em cima do meu sapato, mas mesmo assim, entrei em pânico né? Quem quer ver seu bebê caindo do nada, sem precisão? Me senti a mais desnaturada das mães, meu coração disparou, minhas mãos ficaram trêmulas, só por Deus. E eu aqui sozinha com ela.
Observei a cabecinha dela, pra ver se tinha algum rozinho, parte mole e as reações dela. Ela chorou pouco e logo voltou a brincar. Na hora de trocá-la, ela chorou um pouco e fiquei na dúvida se poderia ser do tombo ou de sono. Na dúvida, não deixei ela dormir e a observei. Ela voltou ao normal, brincou com nossos cães, dançamos na sala, ela mamou e dormiu agora (22:30h). Daqui a 2 horas, vou acordá-la para ver se ela está bem. Por um descuido, toda essa preocupação.

Sei que tombos são super normais de acontecer, principalmente quando o bebê começa a virar, mas eu sou tão cuidadosa, que me sinto culpada, por essa fração de segundos.

Fui conferir se o procedimento adotado, foi o correto após o tombo. Veja abaixo algumas informações úteis:

O que fazer em caso de quedas?


Sempre que o bebê leva um tombo grande -- do sofá, da cama, do trocador, do berço ou do cadeirão, por exemplo --, é necessário examiná-lo com atenção para ver se não há nenhuma lesão mais séria, principalmente se ele tiver batido as costas ou a cabeça no chão.

É preciso verificar se não há ossos quebrados, lesões internas ou uma concussão. Quedas podem ser graves em bebês, mas a boa notícia é que os ossos deles são mais flexíveis, portanto não se quebram tão fácil quanto os de crianças maiores.

Se o bebê parece estar bem, agindo normalmente, o mais provável é que a queda não tenha tido consequências mais graves. Mas fique de olho nele durante as 24 horas seguintes, especialmente se ele tiver batido a cabeça.

Siga seus instintos e prefira a precaução: se você acha que a queda foi muito grande, e que não é possível que ele não tenha se machucado, ou se o bebê estiver muito irritado ou agindo estranho, leve-o ao médico para um exame.


Em que situações preciso levá-lo para o pronto-socorro?

Procure ajuda médica nos seguintes casos:

• Se o bebê desmaiar. Caso você ache que ele não está respirando, grite por ajuda e faça manobras de ressuscitação imediatamente. Se você estiver sozinha com o bebê, primeiro faça a ressuscitação nele por dois minutos e depois telefone pedindo ajuda.

• Se o bebê estiver sangrando e o sangramento não parar quando você pressiona uma gaze ou um pano sobre o ferimento. Batidas na boca às vezes sangram muito, mas nem sempre são graves. Pressione um pano limpo e dê alguma coisa gelada para o bebê chupar. O sangramento deve parar.

• Se o bebê estiver respirando mas não reagir quando você fala com ele, ou se você não conseguir acordá-lo (mesmo que ele estivesse aparentemente bem depois da queda, mas apresente os sintomas horas mais tarde).

• Se houver sinais de fratura: braço ou perna desalinhados, um pulso meio torto, ou quando o bebê dá indícios de que sente dor quando apóia o braço no chão ou faz algum movimento (talvez você só note isso horas depois da queda).

• Se houver sinais de fratura no crânio: uma área "fofa" no osso, especialmente dos lados da cabeça (acima ou atrás da orelha); presença de sangue no branco dos olhos ou saída de sangue ou de um líquido cor-de-rosa pelo nariz ou pelas orelhas.

• Se houver sinais de concussão (quando o cérebro é afetado pelo traumatismo ou batida na cabeça), como: pupilas desiguais, vômitos seguidos e sonolência maior que o normal. Dependendo da idade do bebê, observe se há mudanças no modo como ele engatinha ou anda, se ele parece mais fraco ou confuso, ou se há sinais de problemas de fala, visão ou coordenação motora.

• Se o bebê não parar de gritar ou chorar depois de meia hora, por mais que você tente acalmá-lo.

• Se o bebê tiver um corte que pareça profundo, especialmente no rosto e em partes do corpo que se movimentam muito. Talvez seja preciso dar pontos. Na dúvida, não espere até o dia seguinte: os pontos funcionam melhor quando dados em até oito horas após o acidente.

É verdade que não devo deixar o bebê dormir depois da queda?

 

A vantagem de manter a criança acordada depois da queda é que fica mais fácil observar seu comportamento. Não é o fato de o bebê dormir que vai agravar a lesão, se houver uma. A questão é que um dos sintomas de que há problemas mais sérios em consequência de uma queda é justamente não conseguir acordar a criança. Daí a impressão de que o sono é o culpado.

O que os médicos recomendam é procurar observar bem a criança. Caso o acidente tenha acontecido perto da hora de dormir, procure manter seu filho acordado por cerca de uma hora após a queda. Depois disso, pode deixá-lo dormir, mas o acorde cerca de duas horas depois, só para ver se ele responde (ele obviamente vai estar sonolento, se for no meio da noite. Desde que reaja, não há problema), e mais uma vez até o amanhecer. Se você for ficar mais tranquila, durma com ele.

Depois do estresse da queda e de toda a choradeira, é normal que as crianças fiquem exauridas e precisem de uma soneca. Por isso, caso o acidente tenha acontecido durante o dia, deixe seu filho descansar mais ou menos depois de uma hora da queda, e procure acordá-lo depois da duração costumeira da soneca diurna.

Se em qualquer momento você não conseguir acordar o bebê, leve-o ao pronto-socorro.

Como cuidar do "galo"?

 

É normal surgir um galo bem grande em batidas na cabeça. Tente não se assustar, pois o galo é mais feio do que grave. A compressa com gelo envolto em um pano ajuda o inchaço a diminuir, mas não é imprescindível -- às vezes o bebê pode se assustar e gritar mais ainda, o que só vai piorar a situação de vocês dois.

Se o bebê parecer estar com dor, você pode perguntar ao pediatra sobre a possibilidade de dar algum analgésico, como o paracetamol, na dose indicada.

Por isso mamães, tomem muito cuidado com seus bebezinhos. Muito cuidado. Se ficarem no carrinho, sempre deixar afivelado o cinto de segurança, no bebê conforto também... todo cuidado é pouco, não é mesmo?!

Fonte: Baby Center

Até a próxima!



29 de ago. de 2011

Leite Materno x Alimentação da Mamãe



Este post dedico à minha cunhada, a Pathy, mãe do Dudu, o pequeno príncipe de 23 dias, que nasceu para alegrar ainda mais as nossas vidas. Ela me perguntou esses dias sobre o que comer para não dar cólicas ao bebê e baseado nas minhas experiências e principalmente após o nascimento da Clara, vou tentar ajudar a esclarecer algumas dúvidas.

A primeira pergunta que nos fazemos depois do nascimento dos nossos bebês é se vamos ter leite suficiente para nutrí-los adequadamente. Depois de 12 anos, a minha segunda gravidez, foi como se fosse a primeira, pois não me lembrava de muita coisa que havia passado com o meu filho mais velho. Apenas uma coisa não tinha como esquecer: Eu fui uma "vaquinha leiteira"kkkk. Tive muito leite na gravidez do Cauê e esperava o mesmo com a gravidez da Clara. Quando a enfermeira trouxe a Clara para a 1ª amamentação e eu não via nada de leite nos meus "peitões", já entrei em pânico e eis que veio uma enfermeira muito bondosa e disse que era normal, que o leite demoraria um pouco para descer (+/- 3 dias) e que o que o bebê estava mamando era suficiente e importante para ele naquele momento. O que ela estava falando era do colostro, aquele primeiro líquido que sai, que para nós parece que nunca vai sustentar nossos bebês e na verdade é um verdadeiro escudo para as defesas do organismo deles.

Comigo, no segundo dia no hospital, o leite começou a descer discretamente, mas quando tive alta e cheguei em casa, "o bicho pegou" literalmente, era leite jorrando pra tudo quanto é lado rsrs. A Clara se esbaldava, mamava muito e às vezes até engasgva e eu morria de medo, né? Eu tinha tanto leite, que antes de dar de mamar, eu tinha que tirar um pouco com medo dela "sufocar". Aos poucos fomos nos acostumando e tudo fluiu muito bem. Eu tinha muita fome, sede, fome, sede, mais fome, mais sede e comia pra valer. Até que recebi visitas de pessoas que me falavam: " Você não pode comer isso, não pode comer aquilo, não pode beber isso, nem aquilo..", pensei: minha nossa, se tudo isso fizer realmente mal a Clarinha, vou ter que começar a fazer um regime urgente e cortar tudo isso que estão falando. Mas será que tudo o que comemos faz mal mesmo ao bebê?

Em uma consulta com o pediatra, ele me fez a seguinte pergunta: Pela evolução da Clara, ela está muito bem, obrigado e você como está se alimentando?

Foi aí que disse ao pediatra que algumas pessoas haviam me dito que não poderia comer uma série de alimentos e ele pediu para que eu listasse, o que havia cortado da minha alimentaão e eis que após dizer tudo desde o oi, levei uma baita bronca! :(

Os alimentos listados ao pediatra foram:

- Feijão
- Repolho
- Couve
- Suinos e embutidos
- Refrigerante
- Café
- Chá Preto

Para esclarecer de uma vez por todas, o pediatra me disse que não há que se fazer regime e nem cortar alimentos do cardápio, pois nós que estamos na fase da amamentação, precisamos de todos os nutrientes necessários para produzir mais leite e pediu para eu voltar a minha alimentação normal e que isso era tudo mito, mas que eu deveria sim não consumir algumas coisas:

- Tudo o que contivesse cafeína (café, coca-cola, pepsi)
- Chá Preto
- Chocolate
- Anestesias que contivessem xilocaína e tudo que terminasse em ína
- Temperos mais fortes (Curry, Pimentas em geral)
- Bebidas Alcóolicas

E assim o fiz. Voltei com a alimentação normal e a Clara não teve cólica. Teve crises sim, quando eu esquecia e tomava algo da lista dos proibidos, mesmo que em uma quantidade mínima e foi assim até as últimas semanas. A Clara ainda mama no peito e aos poucos estou reintroduzindo um item da lista dos proibidos e por enquanto tem dado certo. Apesar de que eu já me acostumei sem os refrigerantes, chocolates, chá preto e pimenta (aliás, pimenta, EU PASSO!).

Veja ainda alguns detalhes adicionais sobre a amamentação:

Não existe mulher com o leite ruim ou leite fraco. Toda mãe produz o leite ideal para o seu filho. Portanto, nada de colocar mil caraminholas na cabeça achando que o seu bebê não está sendo bem alimentado.

É claro que mesmo assim toda mãe acaba se preocupando com o que come durante o período de aleitamento. As perguntas não param. Será que posso comer isso? Será que aquilo pode ser forte demais para o bebê?

A Dra. Sílvia Maria Baliero Nigro garante que não há razão para se preocupar. "A princípio não há alimentos proibidos para a nutriz. Em situações de suspeita de alergia alimentar no bebê, em aleitamento materno exclusivo, cujo diagnóstico é bem difícil, pode-se pensar numa dieta hipoalergênica para a mamãe".

O correto é manter uma alimentação sadia, com bastante leite, água e sucos, para estimular a produção de leite. Alguns bebês podem ser sensíveis a um determinado tipo de alimento que a mãe consome, então, se ingerir temperos fortes, por exemplo, fique de olho na reação do bebê. Ele pode ficar agitado ou apresentar alguma alergia. O ideal é optar por alimentos mais saudáveis.

É bom lembrar que durante a amamentação não há razão para iniciar uma dieta. Ela pode comprometer a produção e a quantidade de leite e, conseqüentemente, prejudicar a nutrição do bebê.

Para produzir uma boa quantidade de leite, a mãe necessita de uma alimentação balanceada, com aproximadamente 2500 calorias por dia, e muitos copos de água ou qualquer outro líquido, além de relaxar bastante. Ela pode aproveitar para descansar durante os períodos de sono do bebê, deixando afazeres e compromissos para outras pessoas. Nessa fase, todos têm que ajudar.

As mães vegetarianas devem redobrar os cuidados com a alimentação e se certificar de estar ingerindo vitaminas e minerais suficientes para alimentar ela e o bebê. Uma consulta com um nutricionista pode ser a melhor opção para elaborar um cardápio adequado, com refeições e lanches saudáveis.

E é claro que remédios, bebidas e fumo não combinam com amamentação. A mãe que amamenta deve lembrar sempre que essas substâncias perigosas podem ser transferidas para o leite materno. É por isso que a amamentação é contra-indicada para mães que sejam dependentes químicas.

Fonte:Paula R. F. Dabus - Guia do bebê

Realmente a gravidez da Clara, me fez enxergar a vida com outros olhos. Desde que descobri que estava grávida pela 2ª vez, curti cada etapa, achei e ainda acho o máximo e inexplicável como uma sementinha menor que um grão de arroz, se transforma nesses seres tão fofuchos, que nos dão alegria e força para viver, mas o que mais me impressiona é como tudo é tão perfeito em nosso corpo, que nos proporciona a oportunidade de alimentar o nosso bebê. Doideira isso, não? Feliz das mamães que como eu, puderam amamentar seus bebezinhos e sentiram esse sentimento tão mágico e unipotente de alimentar seus bebês. Sei também que existem mamães que por algum motivo, não conseguiram amamentar, mas acredito que não importa qual a fonte do leite, a satisfação de ver nossos bebês crescendo e bem nutridos, não tem preço!

Termino o post com algumas fotos desse momento tão gostoso e aproveitado 100% pela Clarinha.